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quarta-feira, 30 de março de 2016

20 faróis que estão entre os mais belos do mundo


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Utilizados desde a Antiguidade, quando eram acesas fogueiras ou grandes luzes de azeite (de oliveira ou de baleia), os faróis foram concebidos para avisar os navegadores que estavam a se aproximar da terra, ou de porções de terra que irrompam pelo mar adentro.

Na lista faróis em vários países, por exemplo, Torre de Hércules, La Corunha, Espanha, Farol da Barra em Salvador na Bahia, Brasil, Farol Fastnet , o mais famoso da Irlanda e Le Phare du Petit Minou, na França.


Farol de Santo Antonio/Farol da Barra - Salvador, Brasil 
O farol mais antigo do Brasil, datado de 1698, é um dos símbolos da capital baiana. Foi erguido para orientar as embarcações que chegavam à baía de Todos os Santos para levar açúcar e outros produtos para o continente europeu. A estrutura atual tem 22 m de altura e foi formada a partir de reformas feitas nos séculos XVIII e XIX.

elfandarilha© Shutterstock


O farol de Aveiro ou farol da Barra - Aveiro, Portugal 
É o maior farol de Portugal.  Foi, à data da sua construção, o sexto maior do mundo em alvenaria de pedra, continuando a ser atualmente o segundo maior da Península Ibérica, estando incluído nos 26 maiores do mundo. Foi construído no século XIX, mais propriamente entre os anos de 1885 e 1893, tendo sofrido grandes reparações em 1929. Portador do título de farol mais alto de Portugal, e 2º mais alto de Península Ibérica, ergue-se a 66 metros acima do nível do mar, com uma altura de 62 metros.

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© Alvesgaspar

Torre de Hércules - La Coruña, Espanha  
O farol mais antigo em atividade do mundo, também conhecido como Farol de Brigantium, foi construído entre os séculos 1 e 2 d.C. A estrutura que vemos hoje não é inteiramente original. Em 1971, uma renovação acrescentou um andar a mais à torre, entre outras melhorias. Desde 2009, o farol faz parte da lista de Patrimônio Mundial da Unesco.


© Shutterstock


O Farol do Calcanhar ou Farol de Touros
É o maior farol Brasileiro e um dos vinte maiores do mundo, estando situado no município de Touros, à 96 km de Natal, capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte. O farol está estrategicamente colocado numa região onde o litoral brasileiro faz um ângulo agudo, a chamada "esquina do continente". Atualmente possui 62 m de altura e 298 degraus. A inauguração do Farol teve lugar no dia 10 de novembro de 1943.


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© Tyrone Domingos


Peggys Point Lighthouse - Nova Escócia, Canadá 
Construído originalmente em 1915, este farol histórico é uma das atrações turísticas mais famosas da província de Nova Escócia, no leste do Canadá. Operado atualmente pela Guarda Costeira Canadense, ele marca a entrada oriental da baía de St. Margaret.


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Farol de Neist Point - Ilha de Skye, Escócia 
Um dos destaques deste farol, construído em 1900, é a sua localização cênica, na ponta mais ocidental de Skye, a maior ilha do arquipélago das Hébridas. A caminhada até lá é espetacular, com uma vista deslumbrante sobre as enormes falésias a própria construção histórica ao pôr do sol.


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Portland Head Light - Cabo Elizabeth, Estados Unidos 
Localizado na entrada do porto de Portland, no estado do Maine, o farol é um dos mais antigos (foi concluído em 1791) e famosos do território norte-americano. Embora a estrutura tenha sofrido várias alterações ao longo dos anos, a maior parte do farol ainda permanece como o original.


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Farol de Fanad - County Donegal, Irlanda 
Após um navio ter naufragado nas águas da região em 1804, foi solicitada a construção deste belo farol. Em 1818, a estrutura de 27 m de altura foi erguida na costa da península de Fanad. Ele é um dos 12 faróis que compõem os chamados "Grandes Faróis da Irlanda", um recém-criado roteiro turístico do país.


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Farol Eckmühl Penmarc'h - França 
Ele mede mais de 60 m de altura. Foi inaugurado no dia 17 de Outubro de 1897. Protege uma das costas mais perigosos da França por causa de seus muitos recifes. As suas paredes são completamente construído em granito Kersanton e a parede interior da escadaria é coberto com placas opalino. Além de servir a sinalização marítima, também é usado como estação geodésica. Atualmente, é um dos monumentos mais visitados de Finistère. O farol foi classificado como Monumento Histórico em 23 de maio de 2011.


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Farol de Kõpu - Hiiumaa, Estônia 
O farol é um dos principais pontos turísticos de Hiiumaa, a segunda maior ilha da Estônia, situada no mar Báltico. A história da construção remonta a mais de 500 anos, quando foi erguida para orientar as embarcações da Liga Hanseática. O farol tem 36 m de altura e fica no ponto mais alto da ilha.


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Farol de Tourlitis - Ilha de Andros, Grécia 
Este curioso farol fica na ilhota de Tourlitis, a 200 m da costa de Chora, a capital da ilha de Andros. Ele foi originalmente construído em 1897 e bombardeado durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1994, a edificação foi completamente restaurada.


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Farol de Beachy Head - Eastbourne, Inglaterra 
Localizado na costa sul da Inglaterra, o penhasco de Beachy Head eleva-se a 162 m  acima do nível mar. Na verdade, o farol não fica o topo desta incrível formação rochosa, mas na parte inferior, dentro do mar. A edificação foi construída em 1902 e desde, 1983, funciona totalmente automatizada.


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Farol de Lindau - Lindau, Alemanha 
O farol mais ao sul do território alemão fica nas águas do lago de Constança, ponto natural que marca a fronteira da Alemanha com a Áustria e a Suíça. A estrutura de 33 m de altura abriga um enorme relógio que pode ser visto a partir de vários pontos da cidade. Em frente ao farol fica a famosa estátua do Leão Bávaro, esculpida em mármore.


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St. Joseph Lighthouse - St. Joseph, Estados Unidos 
Quando as temperaturas estão abaixo de zero, este farol do lago Michigan fica inteiramente coberto de gelo, assim como a estrutura do seu cais. Todos os anos, turistas e fotógrafos profissionais visitam o lugar para admirar as formações criadas a partir das ondas que batem na construção.


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Kiz Kulesi - Istambul, Turquia 
Também conhecido como "Torre de Leandro" ou "Torre da Donzela", o farol foi construído por volta de 340 a.C. sobre uma ilhota do estreito de Bósforo, marco natural que divide os continentes europeu e asiático. Depois de ter sido um farol por muitos e muitos anos, a torre foi desativada na década de 1980. Hoje, abriga um café e restaurante de propriedade privada.


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Farol Fastnet - Irlanda 
O famoso farol irlandês ficou conhecido no passado como "Gota de Lágrima" por ser o último lugar que os emigrantes irlandeses passavam quando navegavam para a América. Ele fica a Fica a 6,5 km ao sudoeste de da ilha de Cape Clear e a 13 km de Condado de Cork, já no continente.


Foto; Richard Webb

Farol de Slangkop - Cidade do Cabo, África do Sul 
A casa de luz foi encomendada em 1914, mas a Primeira Guerra Mundial atrasou a construção em cinco anos. Feito em ferro fundido, o farol tem 33 m de circunferência, pintado de branco destaca-se frente ao verde das montanhas. Tornou-se totalmente automatizado em 1979.


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La Lanterna - Gênova, Itália 
Originalmente construído em 1128 d.C (algumas fontes dizem 1161 d.C), este símbolo da cidade de Gênova é um dos faróis mais antigos do mundo e o mais alto do mar Mediterrâneo. Uma curiosidade é que, em 1449, um dos guardiões do farol foi listado como Antonio Colombo, tio do explorador Cristóvão Colombo.


© Shutterstock

Le Phare du Petit Minou - Brest, França 
Situado em uma rocha na extremidade sul da ponta em frente ao Forte de Petit Minou, o farol de 26 m de altura marca a entrada do porto de Brest. O projeto foi apresentado em 1839, mas demorou 4 anos para a decisão de iniciar o trabalho e ser assinado. A obra foi concluída em 1848. É automatizado e controlado remotamente desde 1989.


© Shutterstock

Farol do Cabo Hatteras - Carolina do Norte, Estados Unidos
Esta construção com listras em espiral é o farol de alvenaria mais alto da América do Norte, com 64 m de altura. O farol original, de 27 m, foi erguido em 1803, enquanto o atual está no local desde 1870. Três anos depois as listras foram adicionadas para diferenciá-lo dos outros faróis da região.


© Shutterstock


Referência Wikimedia.org, MSN Portugal

domingo, 1 de agosto de 2010

Símbolo do patrimônio histórico, faróis estão desaparecendo na França

Especialista em tesouros marítimos diz que desaparecimento é crime contra a civilização.
Owen Franken/New York Times/G1

Na fronteira mais longínqua da França, aonde a chuva chega horizontalmente do oceano, não há nada no horizonte exceto ondas e faróis, demarcando a linha entre a terra e o mar, o mar e o céu. Construídos como um auxílio técnico para marinheiros, cujos arquitetos geralmente não são conhecidos, os faróis da França vêm se tornando um símbolo do país, de seu “patrimoine”, ou patrimônio - uma palavra que lá carrega um sentido espiritual de patriotismo e nacionalismo.
Foi um francês, afinal, Augustin-Jean Fresnel, quem inventou uma lente transparente para faróis, e outro que pensou em colocar as lanternas em movimento em um tanque de mercúrio, que conduz eletricidade e se move com a terra.
No entanto, com os efeitos do tempo, do clima hostil e da automação, os faróis da França estão desaparecendo. Quase todos os guardadores de faróis se foram, incluindo todos aqueles responsáveis pela manutenção do interior dos faróis lá longe no oceano. Com a introdução de redes de satélite de posicionamento global, os faróis deixaram de ser cruciais para a vida dos marinheiros ou para os negócios do estado.
Mas os franceses ainda não confiam totalmente nos dispositivos de GPS americanos, sendo que a lei exige faróis e bóias luminosas. Não há nenhuma exigência para salvar os faróis mais belos – só é preciso que eles tenham uma luz forte e visível a até 58 km de distância no mar (clique para ler a continuação da reportagem).

Para Marc Pointud, especialista em tesouros marítimos, o desaparecimento dos faróis franceses é um crime contra a civilização. Ele fundou a Sociedade Nacional para o Patrimônio de Faróis e Sinalizações para salvá-los e, em artigo de capa de uma edição recente do “Chasse-marée”, ou Caça-maré, a bíblia náutica do país, ele disparou o alarme.
“Os faróis, especialmente aqueles no mar, alimentam o imaginário coletivo”, escreveu. “Eles trazem uma dimensão épica que pertence a grandes lendas e erguem um patrimônio em um todo único e inseparável.”
Pessoalmente, e diante de uma garrafa de cidra, Pointud é mais relaxado, mas ainda insistente. “Os faróis são o símbolo da presença do homem no oceano”, disse, “eles fazem as pessoas sonharem.”
Pointud reconhece que os esforços para salvar faróis longínquos no mar, como o Armen, o La Jument e o Kéréon, todos agora automatizados e sem guardadores, estão fadados ao fracasso. “É sempre uma questão de verba”, afirmou, acrescentando que o governo se importa mais com a manutenção da iluminação em detrimento das estruturas elegantes na qual reside a lâmpada. “Na maioria das vezes, para eles, faróis são como um sinal de trânsito, não uma parte do nosso patrimônio”.

Manutenção
Pointud tem algumas idéias para o turismo – cobrar mais para visitar os faróis e usar o dinheiro para reparos. Mas o Estado não está preparado para financiamentos desse tipo e o Ministério da Cultura, sobrecarregado por ter que manter “le patrimoine”, se concentra em construções mais grandiosas, mais antigas e em terra firme.

A França ainda tem um Departamento de Faróis e Sinalizações em seu Ministério da Infra-estrutura e há cerca de 150 faróis que merecem destaque nesse país marítimo, sem costa apenas em sua fronteira oriental.
Philippe Genty, líder do departamento nessa parte da Bretanha, chamada de Finistère – o fim do mundo – está dando o melhor de si para salvar o famoso farol de Eckmühl, construído nos anos 1890 com uma herança da filha de um dos marechais de Napoleão, para compensar, segundo ela, todo o sangue derramado por seu pai.
A construção é bela: uma torre de granito 55 metros acima do nível do mar, com uma escadaria curvada de 272 degraus, ladrilhada com opalino azul-turquesa pálido, levando a uma sala com painéis de madeira, uma estátua do marechal e um teto de mármore com ornamentos metálicos. Agora, muitas das escadarias em opalino, que já não se produz mais, estão rachadas ou quebradas, o ferro está oxidando e os painéis e o teto foram desmontados para substituir as vigas em processo de apodrecimento. O marechal está guardado em um depósito.
“Vemos os faróis como algo técnico, mas eles também são belos”, disse Genty. “Queremos manter nosso patrimônio, nossa herança.”
Após pressionar seu departamento e tentar trabalhar com o Ministério da Cultura, Genty dispõe de US$ 239 mil para começar a vedar o granito e substituir as vigas podres e o ferro enferrujado.
“Isso é suficiente para mantê-lo funcionando, para que não se desmorone”, ele disse. “Mas em 50 anos, se os faróis não forem restaurados, eles vão todos se despedaçar no oceano.”
Genty está trabalhando com Pierre Alexandre do escritório de Finistère do Ministério da Cultura. Alexandre observa que os faróis da região, devido ao seu valor histórico e de navegação, são os mais importantes da França. Ele está providenciando recursos para avaliações técnicas dos cinco faróis aqui classificados como monumentos históricos, incluindo o mais antigo, Le Stiff. “No momento, não podemos pensar em investir em faróis em alto mar”, afirmou Alexandre. “É impraticável.”
O Le Stiff, de 32 m de altura, tem orientado marinheiros desde 1699. Naquela época, grandes fogueiras eram produzidas com carvão mineral em seu topo; hoje, sua vidraça rosada é iluminada por uma grande lâmpada incandescente, controlada por computadores em terra, e muitas das salas estão interditadas porque o chão e as vigas estão apodrecendo.
O farol Creac’h, na parte ocidental da ilha, é muito maior, 55 m, mas também sofre sérios estragos estruturais. Sua maravilhosa escadaria está fechada para turistas porque o corrimão é muito baixo e o risco de acidentes é alto.
O Kéréon, construído no mar, é venerado pela sua forma elegante, painéis de madeira de carvalho e a sofisticada marchetaria de seu interior, com uma enorme estrela central – o símbolo dos faróis da França – trabalhada em madeira de ébano e mogno no assoalho. Conhecido como “Palácio dos Mares”, o Kéréon tem camas construídas dentro dos painéis de madeira das paredes e os dois guardadores do farol costumavam caminhar com chinelos de feltro para polir os pisos.

Guardadores
Mas hoje o Kéréon está vazio, sendo visitado somente por especialistas técnicos em longos intervalos. Seu interior, muitos afirmam, está se desintegrando com os estragos da umidade e da água.
Jean-Yves Berthelé, de 52 anos, foi um dos últimos guardadores do Kéréon, trabalhando em turno que incluía duas semanas no farol, uma em casa, uma no farol e uma em casa. Era bonito, como ele disse, “mas também muito repetitivo”. Os dois guardadores tinham que encontrar um jeito de quebrar a rotina de lavar as lentes e as janelas e cuidar da manutenção dos equipamentos. Além de conviverem um com o outro, ele disse. A televisão só chegou ao Kéréon no final dos anos 1980, “então, nós cozinhávamos toda hora”, disse Berthelé. “Como nós franceses dizemos, a força moral vem do prato.”


Os guardadores de farol eram famosos por suas bebedeiras e os arquivos examinados por Jean-Cristophe Fichou, acadêmico local, estão repletos de histórias de crime e violência.
Fichou, professor na cidade de Brest, escreveu sua dissertação de doutorado sobre os faróis da França e publicou três livros conceituados sobre o tema. Como Pointud, ele ama os faróis, mas também afirma que Pointud é muito dramático com relação a eles e que “fala um pouco alto demais.”
“A questão é o que temos condições de salvar”, disse Fichou. “É muito caro e nós nunca poderemos salvar aqueles faróis em alto mar. Nem podemos levar os turistas até lá – é caro e perigoso demais”. Construí-los foi um grande desafio para a engenharia, e os engenheiros tentaram fazê-lo de forma elegante, disse, “mas foi naquela época, agora acabou.” Pelo fato de os faróis estarem se deteriorando, “é claro que nosso interesse se desperta”, disse Fichou. “Mas também há certa beleza no fato de que algo está em decadência.”
Berthelé, o antigo guardador do Kéréon, ainda trabalha para o Departamento de Faróis e Sinalizações em Île d'Ouessant, uma ilha sem árvores, em forma de ovelha, visitada por até mil turistas por dia na temporada de verão. Como os outros antigos guardadores, ele senta em uma cadeira no escritório e observa computadores e relatórios meteorológicos.
Perguntado se, depois de passar uma época no farol, ele estava frustrado com a vida comum em uma casa mais normal, ele pensou por um instante. Então, simplesmente disse, com uma grande paixão repentina: “eu odeio cortinas.”
Fotos: Internet
 Veja apresentação power point com imagens dos faróis franceses
(Clique em "Apresentação de Slides" no canto inferior direito da tela com a apresentação para iniciá-la) "Les sentinelles del'Iroise" foi enviada por gentileza de Celso Chagas Ribeiro.

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